A Somatica, Materials & Solutions, Spin-Off do Centro de Física da Universidade do Minho, participou na categoria «Parceiros na Inovação» do evento Optimus Innovation Awards

Atlanta

 

No dia 16 de Fevereiro de 2011, a Optimus anunciou os vencedores da 7ª edição dos Optimus Innovation Awards, prémios que visam distinguir os projectos mais inovadores suportados em soluções de telecomunicações da empresa. Os prémios distinguem entidades públicas e privadas, que são distribuídas em quatro categorias: Inovação Pioneira, Inovação Sectorial, Inovação na Administração Pública e Parceiros na Inovação. Este ano foi também atribuído um prémio na área ambiental. A Spin-Off do Centro de Física da Universidade do Minho, Somatica, Materials & Solutions, juntamente com outras empresas nacionais, participou na categoria «Parceiros na Inovação» com um produto inovador na área da interactividade.

 

 


Smart Prosthesis

Prteses inteligentes 2

Projecto desenvolvido pela equipa do Centro de Física da UMinho visa criar aplicações mais personalizadas para cada caso.
Quando monitorizada uma prótese interna pode mais facilmente adaptar-se ao utilizador e oferecer-lhe uma maior qualidade de vida. Foi com este pensamento que uma equipa da Universidade do Minho decidiu-se aventurar na melhoria destes aparelhos.
A equipa desenvolve o seu trabalho no Centro de Física da Universidade do Minho e aposta agora personalização de próteses personalizadas. Através da aplicação de sensores pretendem combater a rejeição aos aparelhos, mas há mais, com este sistema qualquer anomalia pode ser detectada a tempo.
Tudo isto merece a dedicação dos investigadores por uma razão em oferecer uma melhoria na qualidade de vida das pessoas que têm próteses que com o passar do tempo acaba por ocorrer uma degradação natural dos ossos.
Uma das vantagens destes materiais reside no seu baixo custo de produção, por serem constituídos à base de materiais poliméricos, o que significa que não haverá variações significativas no custo final das próteses comparativamente às actuais.
Estes materiais chamados de inteligentes já foram testados em animais mas prometem revolucionar a curto prazo a aplicação de próteses em humanos.
O próximo projecto da equipa passa pela criação de uma espécie de pele artificial.

Fonte: Local Visão TV